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“Lembre-se que se algum dia você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos – uma para ajudar a si mesmo, e outra pra ajudar aos outros.”
Audrey Hepburn


O voluntariado é uma oportunidade excepcional para a prática do bem e da solidariedade.
Atuo na área do 3º setor há pouco mais de 02 anos e uma frase que ouço constantemente é: Gostaria tanto de ajudar, mas não sei como.”
Existem hoje no Brasil cerca de 350.000 organizações sem fins lucrativos atuando nas mais diversas áreas (social, educacional, ambiental, saúde, cultural, esportivo, etc.) e cada uma delas apresenta oportunidades para que as pessoas possam estar se doando e oferecendo sua capacidade e experiência em favor deste universo.  Cada uma delas tem a sua missão e apesar de muitas realizarem e colocarem em prática  projetos de naturezas semelhantes, tem peculiaridades diferentes, levam soluções e amenizam a dor e o sofrimento de muitas pessoas, proporcionando condições para que a vida de todos os envolvidas melhore consideravelmente.
É deste universo que falo e indico para aqueles que se encaixam no perfil das pessoas que podem doar pelo menos 01 hora por semana em favor de alguma causa.  É muito fácil !  Somente basta desejo de ajudar aliado ao comprometimento com a causa.
“Voluntariado é Ser Humano”.
Vejam a seguir uma ótima oportunidade de ajudar !
Alavanca Social – Assessoria no 3º Setor (Gestão, Captação de Recursos, Elaboração de Projetos e Treinamento)

UNIFESP RECRUTA VOLUNTÁRIOS

A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), reconhecida pelo desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, oferece vagas para voluntários nas seguintes áreas:

PESQUISA SOBRE TÉCNICA DE RELAXAMENTO ANTI-ESTRESSE PARA IDOSOS

O Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) recruta voluntários entre 60 e 75 anos, de ambos os sexos, que não apresentem distúrbios psiquiátricos ou neurológicos, para participar de projeto de aplicação de modalidade terapêutica anti-estresse. O objetivo do projeto é analisar os aspectos comportamentais, hormonais e imunológicos em pessoas com queixa de estresse.

Inscrições até 17 de julho, de segunda à sexta-feira, entre 10h e 16h, com Sueli. Telefone: 5082-2382.

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO À FAMÍLIA E COMUNIDADE – TERAPIA

Foram abertas pelo CAENF (Centro de Assistência e Educação em Enfermagem) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) as inscrições para terapia individual, de grupo, casal ou família para pessoas em situação de crise ou conflito. O programa atende pessoas que vivenciaram questões relacionadas a doenças crônicas, situação de tragédia, drogas e alcoolismo, perdas diversas, luto, violência doméstica ou urbana, homicídio, suicídio, HIV positivo, dificuldade sexual, adoção, transtornos alimentares e outros traumas.

Inscrições de segunda à sexta-feira, das 8h às 14h30, com Cristina. Telefone: 5084-4698.

PROGRAMA PARA OBESOS

Estão abertas durante todo o mês de junho as inscrições para adolescentes, do sexo feminino, entre 13 e 17 anos que queiram participar do programa PAPO (Programa de Atividade para o Paciente Obeso), oferecido gratuitamente pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo). O programa engloba orientação nutricional, atendimento psicológico, atividades físicas e aulas de teatro e dança. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 5576-4360, de segunda à sexta-feira, das 8h às 16h. A próxima turma iniciará as atividades em agosto.

Sobre a UNIFESP

Criada em 1933 por um grupo de médicos reunidos em uma sociedade sem fins lucrativos, a Escola Paulista de Medicina (EPM) foi federalizada em 1956 e, em 1994, transformada em Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), primeira universidade especializada em saúde no País. Atualmente, com 18 mil alunos matriculados nos cursos de graduação, pós-graduação e demais programas de pós, a UNIFESP conta com 874 docentes, sendo que 93% possuem título de doutor, um percentual que marca a qualidade de ensino oferecida por uma das universidades que mais cresce no País.

A Escola, que possuía um único prédio no início de suas atividades, inaugurou em 1940 o Hospital São Paulo, primeiro hospital-escola do País, e atualmente o campus na capital – Campus São Paulo – ocupa 251 propriedades, com 138 mil m2. Em 2006, a UNIFESP iniciou o mais ambicioso processo de expansão universitária do País, saltando de um para cinco campi e de cinco para 25 cursos de graduação. Com os novos campi na Baixada Santista, Diadema, Guarulhos e São José dos Campos, a instituição deixou de atuar exclusivamente no campo da saúde, inaugurando cursos nas áreas de humanas (Guarulhos) e exatas (Diadema e São José dos Campos). Até 2014, a UNIFESP planeja criar mais sete cursos, fazendo com que o número total de vagas oferecidas a cada ano no vestibular evolua das atuais 1.812 vagas para 2.598.

Mais informações para imprensa:

CDN – Comunicação Corporativa

(11) 5579-1328 / 5085-0279 / 5539-4746 / 5571-4359

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA No- 208, DE 1o- DE JULHO DE 2009

O MINISTRO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso I, da Constituição Federal, bem como o art. 27, inciso II, alínea “h”, da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, com redação dada pela Lei nº 10.869, de 13 de maio de 2004, com fundamento no Decreto nº 5.550, de 22 de setembro de 2005, e
CONSIDERANDO a existência de inúmeros processos de concessão e renovação de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social – CEBAS aguardando análise e julgamento no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS;
CONSIDERANDO a rejeição da Medida Provisória nº 446, de 07 de novembro de 2008, pelo Congresso Nacional, fato que impediu a implantação da nova sistemática de certificação das entidades e restabeleceu o modelo antigo de avaliação, que tem como ponto principal a verificação da contabilidade da entidade;
CONSIDERANDO as fragilidades evidenciadas pela “Operação Fariseu” da Polícia Federal no processo de certificação das entidades beneficentes de assistência social no âmbito do CNAS;
CONSIDERANDO as inúmeras ações civis públicas e ações populares ajuizadas contra Conselheiros do CNAS e a insegurança de realizar novos julgamentos sem respaldo técnico;
CONSIDERANDO que o CNAS não possui quadro técnico adequado para analisar os balanços contábeis e demais documentos apresentados todo ano por milhares de entidades, de forma a verificar o cumprimento de todos os requisitos exigidos para a concessão do CEBAS;
CONSIDERANDO que o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome tem deficiência de pessoal desde sua criação no ano de 2004 e não dispõe de condições de dotar o CNAS de quadro técnico qualificado para a análise dos processos relativos à concessão ou renovação de CEBAS;
CONSIDERANDO que a certificação de entidades beneficentes é de interesse direto da área tributária, bem como das áreas de educação e de saúde, e que a participação da Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Educação e do Ministério da Saúde no processo decisório, garantirá um julgamento mais técnico e com mais segurança jurídica;
CONSIDERANDO que o julgamento dos recursos interpostos contra as decisões do CNAS relativas à concessão e renovação de CEBAS é da competência do Ministro de Estado da Previdência Social, nos termos do parágrafo
único do art. 18 da Lei nº 8.742, de 07.12.1993;
CONSIDERANDO a possibilidade do CNAS solicitar diligência e manter permanente integração e intercâmbio de informações com a Secretaria da Receita Federal do Brasil para a adequada instrução de processo de concessão
ou manutenção do CEBAS, nos termos do art. 8º do Decreto nº 2.536, de 6 de abril de 1998;
CONSIDERANDO a necessidade do exercício do poder de supervisão ministerial para garantir o adequado funcionamento do Conselho Nacional de Assistência Social, órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; resolve:
Art. 1º Os processos de concessão e renovação de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social – CEBAS deverão, antes de sua distribuição ao Conselheiro-Relator, ser submetidos à avaliação prévia da Secretaria da Receita Federal do Brasil, para análise da documentação e emissão de parecer técnico sobre o efetivo cumprimento ou não dos requisitos de natureza contábil indicados nos incisos IV, V, VI, VII e VIII do art. 3º do Decreto nº 2.536, de 6 de abril de 1998. Ano CXLVI No – 125 Brasília – DF, sexta-feira, 3 de julho de 2009
Art. 2º Os processos de concessão e renovação de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social – CEBAS relativos a entidades da área de saúde deverão, após o seu retorno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, ser submetidos à avaliação do Ministério da Saúde, para análise da documentação e emissão de parecer técnico sobre o efetivo cumprimento dos requisitos relativos ao atendimento pelo Sistema Único de Saúde – SUS.
Art. 3º Os processos de concessão e renovação de Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social – CEBAS relativos a entidades da área de educação deverão, após o seu retorno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, ser submetidos à avaliação do Ministério da Educação, para análise da documentação e emissão de parecer técnico sobre o efetivo cumprimento dos requisitos relativos à concessão de bolsas de estudos e ao Programa Universidade Para Todos – PROUNI.
Art. 4º O Conselho Nacional de Assistência Social, após a devolução dos processos de concessão e renovação de CEBAS e com os pareceres da Secretaria da Receita Federal do Brasil e do Ministério da Saúde ou da Educação, conforme o caso, promoverá seu imediato julgamento.
Art. 5º Os processos de recursos e seus apensos existentes no CNAS deverão ser encaminhados ao Ministério da Previdência Social para providencias de sua alçada, especialmente quanto aos efeitos produzidos pela Medida Provisória nº 446, de 07 de novembro de 2008.
Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
PATRUS ANANIAS
Professora lança software que converte partituras musicais para o sistema braille

Deficientes visuais e profissionais da área de música têm, a partir de agora, oportunidade de se aproximar ainda mais. A afirmação foi feita hoje (8) pela coordenadora do curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília, Dolores Tomé, durante o lançamento do software (programa de computador) Musibraille.
Criado por Dolores, o Musibraille é o primeiro software em português capaz de transcrever partituras musicais para o braille, sistema de leitura para cegos. “A partir de agora, poderemos atender a todos os cegos que têm como língua o português e acabar com a história de professores de música se recusarem a dar aulas para eles por não saberem o braille”, disse a professora.
Dolores desenvolveu o Musibraille com os professores Antônio Borges e Moacyr de Paula Rodrigues Moreno, do Núcleo de Comunicação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O programa, que demorou nove anos para ficar pronto, teve custo total de R$ 20 mil.
Segundo a criadora do programa, qualquer pessoa pode usá-lo. É necessário apenas digitar a partitura e, com um simples toque, o programa converge todo o conteúdo para a linguagem especial. De acordo com os professores que criaram o Musibraille, a meta é distribuir versões dele em todas as universidades e escolas de musica no país.

O software já pode ser baixado pela internet no site www.intervox.nce.ufrj.br/musibraille e também será distribuído a partir de hoje em todas as capitais regionais do país, por meio de oficinas de capacitação de professores de música que serão realizadas em Brasília (de hoje até sexta-feira) , Recife (de 4 a 7 de agosto), Belém (de 2 a 5 de setembro), Rio de Janeiro (de 6 a 9 de outubro) e Porto Alegre (de 10 a 13 de novembro).

Agência Brasil

O Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a rede Wal-Mart, lançou em junho a campanha nacional “Saco É um Saco”, que visa conscientizar o consumidor sobre os impactos ambientais causados pelo uso excessivo e descarte inadequado de sacos plásticos.

No Brasil, o problema das sacolinhas plásticas é da ordem de bilhões. Estimativas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) contabilizam cerca 12 bilhões de sacolas plásticas consumidas por ano no país. No mundo, são entre 500 bilhões e 1 trilhão de unidades distribuídas anualmente. Uma sacolinha pode parecer inofensiva, mas o impacto ambiental coletivo desses bilhões de sacolinhas é enorme.

Com o lema “Saco é um saco. Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você”, a campanha quer mostrar ao consumidor que, com pequenas atitudes, como recusar uma sacolinha plástica na hora de comprar um pequeno item, utilizar uma sacola retornável para as compras no supermercado ou exigir do varejista uma sacolinha mais resistente, ele pode estar contribuindo para a preservação do meio ambiente e para a construção de uma sociedade sustentável.

No blog da campanha, o internauta poderá deixar sua opinião e tirar dúvidas, além de encontrar o material da campanha e dicas de como reduzir o consumo de sacolas plásticas.

Já são parceiros dessa iniciativa a rede varejista Wal-Mart, o Grupo Cultural AfroReggae, o Instituto Akatu e a revista Eco 21. A campanha terá um selo de adesão para empresas e instituições interessadas em tornar-se parceiras e que se comprometerão a implementar ações que ajudem o consumidor a adotar esse novo hábito.

A campanha quer alertar a população sobre a importância de se reduzir o consumo de sacolas plásticas, utilizando alternativas para o transporte das compras e acondicionamento de lixo e recusando sacos e sacolinhas sempre que possível. Apostamos no poder de decisão do consumidor como ação transformadora de hábitos e atitudes.

Para obter mais informações sobre a campanha e formas de aderir a ela e divulgá-la, entre em contato com a equipe de Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, pelo telefone (61) 3317-1482. Ou envie uma mensagem para Fernanda Daltro (fernanda.daltro@mma.gov.br) ou Paula Galvani (paula.martha@mma.gov.br).

As enchentes que assolaram o estado de Santa Catarina em outubro de 2008 deixaram milhares de desabrigados(as), além de terem provocado a morte de centenas em quedas de barreiras e deslizamentos. Na época, a situação dos municípios do Vale do Itajaí, principal ponto atingido, foi amplamente noticiada pela imprensa e campanhas de solidariedade foram organizadas com o intuito de prover ajuda emergência àquela população.

Mas, alguns meses e outras enchentes depois (houve tragédias de grandes proporções em estados do Norte e Nordeste como Amazonas, Piauí, Maranhão e Ceará), a rede de auxílio se desmobilizou e as famílias que perderam parentes, casas e pequenos estabelecimentos comerciais ainda lutam para refazer suas vidas. Muitas delas continuam alojadas em abrigos ou estão na casa de conhecidos(as), outras vivem em espaços alugados pelas prefeituras, mas todas dependem de uma ação efetiva do Estado – que se não chegou em forma de prevenção dessas catástrofes (veja editorial desta edição) – precisa chegar para permitir a reconstrução de suas vidas.

Com o intuito de monitorar as políticas públicas destinadas às vítimas das enchentes e envolver a comunidade neste acompanhamento, o Fórum Sul ABONG, em parceria com a Oxfam, desenvolve o projeto SOS Comunidade do Vale do Itajaí. Segundo Mauri Cruz, secretário executivo do Centro de Assessoria Multiprofissional (CAMP), e diretor da regional Sul da ABONG, o foco do projeto está na organização da comunidade e no controle dos recursos públicos que estão sendo destinados à reconstrução do Vale do Itajaí. “As famílias devem decidir de que forma os recursos serão utilizados”, diz.

Funcionando em três frentes, o projeto contou com um diagnóstico detalhado da situação das cidades mais atingidas pelas águas, e a partir disso, organiza comitês nos locais de distribuição de recursos e auxílio, faz o controle desses recursos e promove um trabalho de sistematização e documentação do processo, por meio do registro em vídeo das atividades e produção de notícias.

“A ajuda humanitária que as famílias receberam foi emergencial, agora essas pessoas precisam reconstruir suas vidas”, afirma Mauri. Segundo ele, algumas ações já foram realizadas por parte do Estado, como a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outras emergenciais, algo como uma “bolsa tragédia”. Mas ainda falta liberar recursos para a construção de casas, por exemplo. “Esse é um processo lento, pois os municípios têm que achar locais para a construção das casas, fazer licitações etc.”

A situação varia muito entre as cidades da região. Algumas famílias, entre elas as moradoras do Morro do Baú, perderam suas casas quando o morro desabou. Outras têm propriedades que permaneceram intactas, mas precisam de laudos da defesa civil para retornar às suas casas, o que costuma demorar, pois não há técnicos nem recursos disponíveis para fazer esse trabalho em larga escala. Em outros municípios, os(as) moradores(as) encontram dificuldade no relacionamento com o poder público, e são alijados(as) das decisões.

O projeto SOS Comunidade do Vale do Itajaí foi aprovado em dezembro do ano passado e começou a ser colocado em prática a partir da liberação de recursos, em março deste ano. Neste momento, os comitês estão sendo constituídos e a idéia é que ele dure até outubro. Segundo Mauri, as famílias atingidas pelas enchentes, vítimas de atitudes de descaso do poder público – que resiste em prevenir acontecimentos como estes ao deixar de elaborar políticas reais de urbanização para as cidades brasileiras – precisam ser organizar para ao menos retomar as condições de vida que tinham antes da tragédia.

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